terça-feira, 9 de julho de 2013

O Poder da TI e o uso da Telemedicina na Saúde.

O Poder da TI e o uso da Telemedicina na Saúde.


Vivenciamos a era da ciência tecnológica, uma tecnologia que aliada a dados, fornece aos colaboradores de uma instituição (gestores, pessoal técnico, recursos humanos) informação.
A partir deste princípio surgiu a tecnologia da informação, que proporciona aos gerentes da alta diretoria um melhor controle operacional e estratégico, possibilitando as estes gerenciar os custos, as despesas, as receitas financeiras, bem como o seu faturamento, além de garantir a qualidade do serviço prestado.
Para o uso de um Sistema de Informação (SI), todos os colaboradores da organização precisam passar por um ótimo processo de treinamento e capacitação, uma vez que as inovações tecnológicas que surgem não são tão fáceis de serem utilizadas, e como o investimento é alto, todos os envolvidos no processo precisam ter segurança para utilização correta do sistema.
Tratando-se de segurança, todo o sistema de informação precisa ter um controle de acesso por parte dos usuários, onde cada usuário terá sua área de utilização definida, e como item de segurança, todo SI também precisa periodicamente passar por um backup, garantindo maior segurança e a recuperação das informações nele contidas.
Uma parte das instituições de saúde já funciona estritamente com a Tecnologia da Informação (TI) e o crescente uso da telemedicina, onde seus colaboradores possuem e utilizam um certificado digital, realizam suas atividades profissionais em um prontuário eletrônico e com prescrições eletrônicas, garantindo que toda a equipe multiprofissional da assistência ofereça ao cliente agilidade, padronização, confiabilidade, segurança e qualidade.
O uso da telemedicina é crescente, e possibilita grandes benefícios aos profissionais da saúde bem como para os pacientes/clientes.  Ela é um método que consiste na aplicação do atendimento médico nos casos em que a distância é um fator crítico entre o profissional de saúde e seu paciente, sendo um recurso possível com o advento das evoluções tecnológicas. Seu uso propicia a troca de diferentes dados, desde o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos mais precisos, seja para a promoção de prevenção e tratamento de doenças até a construção de bancos de dados de referência epidemiológica.
Por exemplo, um grande benefício é no momento de sua aplicação na assistência primária a pequenas comunidades em regiões geográficas e/ou socioculturais distantes dos grandes centros urbanos. Estas regiões estão entre as áreas de maior risco no processo adoecer e morrer, devido à escassez de profissionais habilitados em identificar doenças, tratá-las e promover a saúde a nível local.
Um dos principais motivos disso é o isolamento intelectual, e escassos recursos de auxílio diagnóstico. Acredita-se que, a telemedicina possa ampliar as ações de profissionais e agentes comunitários de saúde, associando-as aos serviços de saúde localizados em metrópoles e centros de referência, mantendo uma estrutura de atendimento ininterrupto para prevenção, diagnóstico e tratamento.
Concluindo, com o uso da TI e da Telemedicina, todos ganham: pacientes, colaboradores, instituição e o meio ambiente. O que antes era realizado de forma manual, com excessivas planilhas, impressões, amplo espaço de armazenamento de papéis/prontuários, hoje se tornou um arquivo eletrônico, fácil de armazenar, confiável e que pode ser consultado a qualquer momento.
Já a telemedicina congrega uma redução de custos com ampliação da atuação médica, e uma assistência rápida, uma vez que o acompanhamento remoto de resultados de exames e execução de discussões técnicas, possibilitando melhores condições de trabalho e melhor assistência aos pacientes nas grandes cidades, estados, distantes dos grandes centros, onde o acesso é difícil e/ou caro.
Amarildo Cunha
Enfermeiro - Representante Técnico na Biocath Comércio de Produtos Hospitalares. Cursando MBA em Gestão da Saúde e Administração Hospitalar na Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte. Graduado pela Faculdade Pitágoras de Ipatinga-MG. Foi instrutor do curso de Aperfeiçoamento de Enfermagem em Terapia Intensiva no SENAC/MG de Ipatinga.

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